Club de
São Vicente

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Entrega de 2000 litros de leite na Comunidade

No dia 03/06/20 a presidente Cássia Gimenes recebeu uma doação de 2000 litros de leite, uniu com a doação recebida pelo  do CIC- Centro de Integração a Cidadania de São Vicente de iogurtes da Danone e ao Fundo Socialde Solidariedade de São Vicente e foram imediatamente distribuir nas comunidades de Sambaiatuba e Jockey Club. Uma tarde de muita alegria para todas comunidades atendidas.

Postado em 03 de Junho de 2020 por Rotary Club de São Vicente

Campanha: sua meta nosso sucesso.

No último dia 15 maio, mais de 250 clubes brasileiros finalizaram a inserção de metas 2020-21 no Rotary Club Central e foram reconhecidos com um certificado emitido pelo RI Brazil Office. Como deve saber, as metas são o planejamento do sucesso do clube! Por isso, incentivamos que discutam quais ações e conquistas planejam para o novo ano rotário que se inicia em 1 de julho e Insira as metas 2020-21 o quanto antes. As metas para o ano entrante foram simplificadas e centralizadas no Rotary Club Central. É fácil e rápido! Materiais de referência: Guia de Planejamento Estratégico e o Rotary Club Central. Bom trabalho!

Postado em 22 de Maio de 2020

Como apoiar os estudantes do Intercâmbio de Jovens durante a pandemia de covid-19

Pelos funcionários do departamento de Intercâmbio de Jovens e de Proteção a Jovens do Rotary International Enquanto o mundo enfrenta desafios extraordinários em meio à pandemia do coronavírus, os participantes do Intercâmbio de Jovens do Rotary também estão enfrentando desafios inusitados. O Rotary International está trabalhando com líderes de clubes e distritos para assegurar que a saúde e a segurança dos estudantes continuem sendo a maior prioridade, quer eles permaneçam no país anfitrião ou retornem para casa. Prezar pela segurança dos estudantes inclui oferecer apoio emocional àqueles que estão passando por uma experiência bem diferente do que esperavam. Para ajudar as pessoas envolvidas no programa, pedimos para dois líderes do Intercâmbio de Jovens compartilhar as melhores maneiras de apoiar os intercambistas durante esses tempos inusitados. Tom Overbaugh, ex-governador do Distrito 7170, conta que, ao optar por mandar os estudantes de volta para casa antecipadamente, o distrito chegou à conclusão de que também precisava oferecer apoio emocional, pois alguns jovens estavam com medo da viagem ou da quarentena. Ele compartilhou os conselhos que recebeu da dirigente de Intercâmbio de Jovens do seu distrito, Michele Hughes: Siga os conselhos do governo local e autoridades da saúde. Muitos alunos que voltarem para casa terão que ficar de quarentena (possivelmente isolados até de suas famílias) por um período de 14 dias. Este pode ser o maior desafio, já que, depois de um longo período de separação, os familiares querem ficar fisicamente próximos uns dos outros, e não socialmente distantes. No entanto, é importante reconhecer o potencial de exposição ao vírus, e seguir os conselhos do governo local e especialistas em saúde. Rematricule o estudante em sua escola local. Os pais dos intercambistas que voltarem para casa antecipadamente devem entrar em contato com seu distrito escolar para perguntar sobre a possibilidade de matriculá-los em cursos semestrais. A participação nas aulas dá aos jovens algo importante em que se concentrar, em vez de se preocupar com o retorno antecipado do intercâmbio. Fale com o estudante sobre sua experiência de intercâmbio. Depois que voltarem para casa, os intercambistas devem participar de uma sessão em grupo organizada pela Comissão Distrital de Intercâmbio de Jovens. Além de dar aos jovens a oportunidade de ouvir e compartilhar experiências e apoiar uns aos outros, a reunião fornece à comissão informações valiosas sobre como eles se sentem. Determine o tipo de apoio que os estudantes precisam. Nem todos os estudantes precisam do mesmo tipo de apoio emocional. Alguns se sentem mais à vontade falando com conselheiros escolares, enquanto que outros gostam de responder perguntas sobre sua experiência no intercâmbio. Pat Carson, coordenadora de estudantes outbound do Distrito 5080, compartilhou os seguintes conselhos: Preze pela saúde mental – A Comissão de Intercâmbio de Jovens do nosso distrito tem um conselheiro de saúde mental que contata cada estudante que volta para casa mais cedo para oferecer apoio. Esta assistência é muito importante, especialmente durante a atual crise de covid-19. Contate os estudantes após o intercâmbio – Contatamos todos os estudantes que retornaram para casa antecipadamente por meio de videoconferência para que possam compartilhar o que estão vivenciando e apoiar uns aos outros. Adapte-se à nova situação – É importante oferecer apoio às famílias anfitriãs e estudantes que ainda estão sendo hospedados em nosso distrito. Como os intercambistas não podem mais participar de reuniões presenciais, nós usamos as videoconferências para nos comunicarmos com eles. Embora este não seja o intercâmbio para o qual eles se inscreveram, após falar com as famílias e considerar todas as informações fornecidas pelo governo e autoridades da saúde, os pais de alguns dos nossos estudantes inbound decidiram deixar seus filhos continuar o intercâmbio e permanecer onde estão. Apoie as famílias anfitriãs – Diante da atual situação, é mais importante do que nunca apoiar as famílias anfitriãs. Como exemplo, eu estou hospedando um estudante que se mudou para nossa casa uma semana antes do distanciamento social ser colocado em prática. Como no momento não há atividades escolares ou sociais, estamos encontrando novas maneiras de nos manter engajados, seja praticando o idioma ou falando com amigos e familiares on-line. Muitas outras famílias anfitriãs podem estar vivenciando circunstâncias similares, portanto, não deixe de contatá-las regularmente.

Postado em 19 de Maio de 2020

Projeto Geração de Renda

Produzidas por 20 costureiras vicentinas, proteções foram confeccionadas em ação desenvolvida por meio de parceria entre Prefeitura, Fundo Social, Rotary e Adesaf Centenas de vicentinos passam, a partir desta quinta-feira (14), a fazer parte de uma história que foi costurada com criatividade, parceria e empenho. E o produto final desta união vem em forma de três mil máscaras faciais. As proteções foram entregues ao Fundo Social de Solidariedade de São Vicente (FSS-SV) e serão destinadas a pessoas assistidas pelas secretarias de Saúde (Sesau) e Assistência Social (Seas).Produzidas em mais uma ação humanitária, que uniu Prefeitura de São Vicente, Fundo Social de Solidariedade, Rotary Club de São Vicente e Associação de Desenvolvimento Econômico e Social às Famílias (Adesaf), as máscaras foram confeccionadas por 20 costureiras das comunidades vicentinas (Área Continental e Área Insular).Por meio desse serviço, as profissionais, que estão em isolamento social desde o início da pandemia, se engajaram na luta contra a disseminação da Covid-19 (Coronavírus) e garantiram renda extra. Trabalhando em casa, cada uma recebeu cerca de R$ 400,00 pela confecção das proteções faciais. E a produção não para aí. Mais três mil unidades estão sendo preparadas e serão entregues nos próximos dias.Atendendo a todas as recomendações do Ministério da Saúde, quanto à forma de confecção e aos critérios de segurança, as proteções produzidas pelas costureiras vicentinas vêm em um kit com duas unidades. Junto a elas, está um folheto com recomendações sobre a importância de se usar e como preservar estas máscaras faciais.Entrega - O material foi apresentado ao prefeito de São Vicente, Pedro Gouvêa, no início da tarde, no Salão Nobre da Prefeitura. Para ele, o êxito na concretização da proposta se deve à união de todos os que participaram da empreitada. “Essa é mais uma ação positiva, pois todos a abraçaram de forma intensa. É fantástico saber que costureiras, que estão em isolamento social em suas casas, mantiveram sintonia total para a produção das máscaras. Com certeza, estão todos de parabéns”, disse Gouvêa.   Por sua vez, a presidente da Adesaf, Fernanda Gouveia, comentou que a parceria fortaleceu a união dos que contribuíram para a confecção das máscaras. “Estamos mais fortes com a iniciativa, que, inclusive, nos possibilitou oferecer ajuda às costureiras. Elas foram fundamentais e participativas nesta luta contra o Coronavírus. A ação permitiu a comunhão de esforços e a geração de renda para as profissionais”.Além de ter cadastrado e selecionado as costureiras para a ação, a Adesaf ajuda com corte do tecido que é entregue às profissionais, distribuição de material para confecção das máscaras, suporte, separação das máscaras aptas para serem entregues e preparo individual das proteções para entrega.Orgulhosa com o resultado obtido, a presidente do Fundo Social de Solidariedade de São Vicente, Paula Gouvêa, também destacou a parceria. “Esta união está sendo fundamental, pois beneficia expressivamente o cidadão, sobretudo aquele que precisa de mais apoio neste momento. Nossa luta contra a pandemia segue fortalecida”. Já a presidente do Rotary Club de São Vicente, Cássia Gimenes, lembrou que o objetivo é estar junto da comunidade. “Seguindo a proposta do Rotary Club Internacional, o Rotary Club de São Vicente sempre investe em ações sociais. Assim, criamos um projeto de geração de renda e, em parceria, conseguimos garantir a segurança e a saúde de muitas pessoas, com a doação das máscaras, e a geração de renda para as costureiras que as confeccionaram”. O Rotary doou toda a matéria-prima para a confecção das máscaras, como os rolos de TNT (tecido) e os carretéis de linha.

Postado em 14 de Maio de 2020 por Rotary Club de São Vicente

Rotary: brasileiros se destacam no combate à Covid-19

Os membros do Rotary no Brasil vêm se destacando nas ações de combate à pandemia de coronavírus. Dos mais de 150 projetos aprovados para utilização do Fundo para Assistência em Casos de Desastres pela Fundação Rotária no mundo, o Brasil é o terceiro país com maior número de projetos aprovados até o momento, atrás apenas da Índia e dos Estados Unidos. Até o dia 20 de abril, o Brasil teve 20 projetos aprovados para utilização do fundo de desastres para a compra de equipamentos de combate à Covid-19, além de suprimentos para pessoas carentes. Com a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde nos hospitais, os projetos dos Rotary clubs se concentram na compra de materiais como luvas e máscaras cirúrgicas, face Shields (protetores faciais de plástico), materiais de higiene e outros itens necessários aos cuidados de médicos, enfermeiros e pacientes. Como destaca Mário César de Camargo, diretor do Rotary International, a pandemia mostrou a rápida capacidade de reação dos membros da organização no Brasil. “Quando surgiu a oportunidade, eles imediatamente se engajaram e, como a outorga do subsídio é na base do primeiro que chega é o primeiro que é servido, eles se colocaram bem na lista, e tiveram 20 dos 159 projetos que foram aprovados no mundo”, aponta.  Hipólito Ferreira, curador da Fundação Rotária, explica como a entidade modificou seus critérios e procedimentos para que os membros do Rotary de todo o mundo pudessem desenvolver e implementar projetos de combate à pandemia. “Quando se falava em assistência a desastres, se falava em tsunami, em excesso de chuvas, em coisas que fossem realmente destruidoras a partir do meio ambiente. E agora, a grande flexibilização foi determinar que a doença pode ser considerada também um desastre”, explica. Para possibilitar a implementação dos projetos, alguns processos foram modificados dentro da Fundação Rotária, como a dispensa da necessidade de fundos vindos de um parceiro internacional, e a possibilidade da utilização do Fundo Distrital de Utilização Controlada (FDUC) também para os projetos voltados à Covid-19. “O fundo de auxílio a desastres tem um procedimento que é praticamente aprovação default (padrão). A pessoa pediu dinheiro, ela recebe. A Fundação Rotária confia que o distrito* vá fazer uma aplicação devida desse dinheiro”, diz Mário César. “A Fundação Rotária, ao flexibilizar as regras, tornou tudo muito fácil”, avalia Hipólito. Até o momento, a Fundação Rotária já disponibilizou US$ 4 milhões para a realização de projetos de combate ao coronavírus no mundo, utilizando o Fundo para Assistência em Casos de Desastres. Cada projeto pode receber até US$25 mil para sua implementação. Com a alta cotação do dólar no Brasil, os projetos aqui realizados têm recebido uma média de R$ 127.500 cada. No total, os projetos realizados aqui com a utilização deste fundo já receberam cerca de US$ 500 mil ou R$ 2,55 milhões. Além dos projetos que utilizam o fundo de desastres, alguns distritos* também estão desenvolvendo projetos com a utilização de subsídios globais (que apoiam atividades internacionais maiores), também para a compra de EPIs, envolvendo valores de US$ 30 mil a US$ 52 mil cada. No total, a Fundação Rotária já disponibilizou mais de US$ 7,20 milhões para utilização em projetos de subsídios globais no mundo. Entre os projetos realizados no país, Mário César destaca o do distrito* 4420, que inclui a compra de oxímetros para hospitais do estado de São Paulo. O aparelho mede o nível de oxigenação na corrente sanguínea do paciente, alertando os médicos quando esse nível está abaixo do ideal. Hipólito aponta outra iniciativa de impacto, como a do distrito* 4760, que possibilita a compra de equipamentos de segurança para 26 hospitais em 22 cidades do estado de Minas Gerais, além da utilização da verba de sua conferência distrital em um projeto de subsídio global também para o combate ao coronavírus. Vale lembrar que, além das iniciativas realizadas com os fundos da Fundação Rotária, centenas de Rotary clubs de todo o Brasil têm se mobilizado diariamente com suas próprias verbas para a confecção e distribuição de equipamentos de proteção individual, cestas básicas e kits de higiene em um esforço conjunto para combater a propagação da doença do país. *Para quem não conhece a estrutura do Rotary International, regionalmente, os Rotary clubs são agrupados em distritos. Fonte: Blog Vozes do Rotary (leia a publicação original em https://rotaryblogpt.wordpress.com/2020/05/04/rotary-brasileiros-se-destacam-no-combate-a-covid-19/#more-2151)

Postado em 13 de Maio de 2020

Entrega de Escudos Faciais

29/04/2020NotíciasProfissionais da Saúde ganham escudos faciaisDoação foi feita pelo Rotary Clube de São Vicente e pela Full Display. Ao todo são 300 protetores confeccionados em acetato Profissionais da Saúde vicentina ganharam mais um reforço para proteção contra a Covid-19 (Coronavírus). Nesta terça-feira (28), o Rotary Clube de São Vicente, que tem sido parceiro da Prefeitura ao colaborar em atividades e por meio de doações desde o início do isolamento social, doou 300 escudos faciais, confeccionados em acetato. A entrega foi feita pela presidente do Rotary, Cássia Gimenes, ao prefeito Pedro Gouvêa. Logo em seguida, o material foi encaminhado à Secretaria de Saúde (Sesau). “A parceria entre a Prefeitura e o Rotary Clube tem sido fundamental para o fortalecimento do trabalho realizado para evitar a disseminação da Covid-19. Essa é a prova de que, com a união e o esforço de todos, vencemos grandes desafios”, comentou Gouvêa. Para Cássia, a doação é uma forma de colaborar com profissionais que têm sido fundamentais neste momento em que todo o Mundo está em guerra contra um inimigo invisível. “Esses profissionais são os anjos que estão no pelotão de frente desta batalha. Por isso, nossa proposta é oferecer um mecanismo a mais para que eles possam se proteger”, explicou. Seguindo a proposta da união, para que os escudos pudessem ser repassados à Saúde vicentina, outra parceria foi formalizada. Neste caso, entre o Rotary e a empresa Full Display, que confeccionou e ofereceu os protetores. Mais ajuda – Recentemente, o Rotary também doou seis toneladas de alimentos para o Fundo Social de Solidariedade de São Vicente (FSS-SV). Os produtos foram transformados em kits alimentos e, em seguida, doados para famílias em situação de vulnerabilidade social. Ainda, por meio da Campanha da Solidariedade, junto ao Grupo Pão de Açúcar, o Rotary tem garantido a retirada de doações semanais que também são destinadas ao Fundo Social vicentino. Outra iniciativa é a parceria do Rotary com a Adesaf e o FSS-SV, para a manutenção do Projeto de Geração de Renda, com costureiras que estão confeccionando máscaras em tecido. “Pelo menos 20 mil máscaras serão produzidas e, em seguida, distribuídas para a população”, destaca Cássia. A presidente do Rotary, inclusive, atua pessoalmente em outra atividade. “O Rotary está promovendo a Campanha Eu Ajudo Você, que consiste em assistir a idosos acima de 60 anos, para a compra de produtos em supermercados e farmácias, evitando que eles saiam de casa nesta fase de isolamento. Também os acompanhamos na ida à vacinação contra a gripe”.

Postado em 29 de Abril de 2020 por Rotary Club de São Vicente

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